domingo, 23 de maio de 2010

O mar calmo da noite



Não sei dizer com certeza
Qual a razão do meu choro
Que não pôde resistir
A um canto tão doce
Que mudou o meu amor

E se como ao surgir do sol
Nos encontrássemos ainda juntos
Por favor diga me
Se rende aos estúpidos e aos sábios
O amor, meu amor

Se dentro da alma
Você fosse música
Se o sol estivesse dentro de você
Se estivesse mesmo
Dentro da minha alma
Então sim, que poderei ouvir
No meu silêncio
O mar calmo da noite

Mas, aquela imagem sua
Tão perdida nos meus olhos
Trouxe-me a verdade:
Ama aquilo que não tem
O amor, meu amor

Nenhum comentário:

Postar um comentário